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Fortaleza é a 5ª maior capital do Brasil. São mais de 2,6 milhões de habitantes espalhados por murado de 313 km² de território. Uma cidade gigante, pulsante, diversa e conhecida nacionalmente uma vez que Terreno do Sol.

Mas, em pleno ciclo junino, essa mesma cidade não dispõe de um espaço público talhado para que as quadrilhas realizem seus primeiros ensaios gerais e estreias.

Enquanto em outras linguagens culturais os eventos são promovidos diretamente pelo poder público, no São João a verdade é dissemelhante. As quadrilhas produzem seus próprios eventos. Arcam com estrutura, som, iluminação, segurança, documentação e ainda precisam lutar por um espaço para subsistir.

Hoje, a escolha apresentada aos grupos é simples e cruel: alugar espaços privados. Isso significa gastar ainda mais recursos que já são escassos. Recursos que deveriam estar sendo investidos em figurino, cenário, coreografia e geração de renda para costureiras, coreógrafos, músicos e trabalhadores da cultura.

Estamos falando de uma sintoma cultural tradicional, popular, que movimenta comunidades inteiras e projeta o nome de Fortaleza para o Brasil.

Não se trata de ataque pessoal a gestores. Sabemos que muitos secretários e equipes técnicas também enfrentam limitações administrativas e calendários já comprometidos por decisões superiores. O problema é estrutural. E é exatamente por isso que precisa ser discutido com responsabilidade.

Fica cá o apelo à Secretaria da Cultura de Fortaleza e aos órgãos responsáveis: a cultura junina precisa de planejamento prévio e garantia mínima de espaço público para subsistir.

Uma cidade do porte de Fortaleza não pode deixar suas quadrilhas sem pavimento para dançar.

#Conexao
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#MostrandoOSaoJoaoComoEleE



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