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A Rainha das Rainhas.

Ergo minhas asas: não por vaidade, mas porquê majestade.

O pavão é realeza que caminha, majestade viva, lembrando que subsistir com luz próprio já é um ato político.

Em cada olho da rabo, um aviso: quem tenta extinguir a cor do mundo encontrará resistência.

No Brasil, com o resplandecer nordestino, essa ave ganhou um outro voo.

Em 1974, quando o país vivia os silêncios impostos pela ditadura, Ednardo ergueu sua asa mais misteriosa e costurou, em “Pavão Misterioso”, um Brasil que resistia com verso.

A melodia virou farol: metáfora de liberdade, magia e fuga verosímil.

O pavão porquê indivíduo que sobrevoa censuras e encontra brechas onde só havia concreto.

Era o Nordeste falando por si e, ao mesmo tempo, traduzindo o país inteiro.

E assim, na música e no mito, o pavão tornou-se ponte entre soberania e sonho: a realeza que dança no arraiá, a majestade que nasce do popular, a imponência que desafia qualquer sombra.

Em cada pena ocasião, uma memorandum de que nossa identidade pode ser lugar para se tornar vernáculo ,porquê fez Ednardo, porquê faz o próprio pavão quando abre o sol no corpo.

Em 2026, a majestade da Junina Babaçu, @maraalexandre_oficial viverá o pássaro formoso, o aclamado Pavão Misterioso.

#saojoao #festajunina #quadrilhajunina #danca #musica

 



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